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quarta-feira, 4 de maio de 2016

O seu time de futebol é eficiente?

Uma revista de cirulação nacional cruzou os gastos com salários de jogadores de clubes brasileiros com os pontos conquistados no Brasileiro de 2015 – o resultado mostra quem gasta melhor.


O título inglês do Leicester tem porquê: eficiência. Na era da posse de bola e das sequências de passes curtos, consagrada pelo Barcelona, o pequeno desbancou gigantes como Chelsea, Manchester City e Manchester United com contra-ataques, pênaltis e vitórias por 1 a 0. Fazer mais com menos. Isso vale no esporte, propriamente dito, e nas finanças. Quantos milhões seu time de futebol gasta em salários de atletas para conquistar a posição que consegue na tabela?
ÉPOCA levantou os valores gastos pelos 20 times que disputaram oCampeonato Brasileiro em 2015 com remunerações de atletas – salários, encargos trabalhistas, direitos de imagem e de arena. Os dados estão nas demonstrações financeiras publicadas pelos clubes. Só o Sport, dos 20, não detalha os custos do departamento de futebol.
Cruzeiro e Palmeiras, ex-clube e atual do executivo de futebol Alexandre Mattos, encabeçam a lista. Os mineiros gastaram R$ 178,5 milhões na temporada passada, e os paulistas, R$ 162,6 milhões. Na outra ponta está a Ponte Preta, com R$ 21 milhões gastos em remunerações de atletas. As posições na tabela revelam a eficiência de uns e outros: os três terminaram em oitavo, nono e décimo primeiro, respectivamente. Cruzeiro e Palmeiras gastaram oito vezes mais do que a Ponte Preta, mas tiveram resultados parecidos.
Mesmo quando a conclusão não é tão óbvia, dá para separar quem é mais eficiente de quem é menos. A revista ÉPOCA cruzou os valores de remunerações de atletas com os pontos na tabela para chegar ao "custo por ponto". É a resposta para a pergunta: quantos milhões de reais seu time gastou em salários para cada ponto que conquistou?
O campeão Corinthians, o vice Atlético-MG e o terceiro lugar Grêmio foram muito melhor do que os adversários. Gastaram cerca de R$ 1,4 milhão para cada ponto – a metade do que conseguiram os maus exemplos Cruzeiro e Palmeiras, ambos acima de R$ 3 milhões. O São Paulo, apesar do quarto lugar e da classificação para a Copa Libertadores de 2016, tem o terceiro pior índice, com R$ 2,1 milhões.
O Vasco, com R$ 1,5 milhão por ponto, foi um dos mais ineficientes.Contratou mais de 30 atletas durante a temporada, jogou despesas lá em cima, mas ficou lá embaixo e foi rebaixado. Flamengo e Fluminense só não foram tão mal porque continuaram na primeira divisão. Mas ficaram entre os seis menos eficientes ao gastar R$ 2 milhões e R$ 1,6 milhão para parar abaixo do meio da tabela.
A tabela com o "custo por ponto" dos brasileiros em 2015 é a evidência de uma conclusão empírica mais ou menos comum: somos ineficientes. De um lado, das receitas, clubes conseguiram aumentar seus fatuarmentos mesmo em meio a uma das piores crises econômicas do país nas últimas décadas. Mas, de outro, nas despesas, continuam a ter problemas para gastar. As equipes que mais gastam com salários deveriam, por premissa, ser as que mais vencem, pois podem contratar e pagar os melhores jogadores disponíveis. E mesmo assim elas continuam a ser superadas por adversários de orçamentos mais apertados, porém mais eficientes.



Fonte: Revista Época

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Araripina vive sua maior crise na saúde enquanto a UPA não é concluída


Enquanto o país vive uma enorme crise na saúde pública por conta do mosquito Aedes Aegypti que causa a dengue, o vírus Zika e a febre Chikungunya, a cidade de Araripina no interior de Pernambuco, vive esta e uma crise em particular.

A Unidade de Pronto Atendimento - UPA, que era para ter sido inaugurada a mais de 01 ano, continua com a sua construção em andamento por conta de supostos desvios no dinheiro que seria destinado para a construção da mesma, além do Hospital e Maternidade Santa Maria - HMSM, viver uma fase onde se atrasa falta de médicos, pagamento dos mesmos estão atrasados a alguns meses, as moscas estão tomando conta da cidade devido à falta de carros próprios para carregar o lixo para um local que é próprio para recebê-lo.

Nas redes sociais, em aplicativos de mensagens instantâneas, iniciou-se uma campanha para que seja melhorada a saúde do município e para que a UPA, seja completada para que seja o mais breve possível, onde poderia diminuir o fluxo no HMSM e assim, mais opções da população procurar ajuda médica.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Barragens construídas e ampliadas na zona rural por Dr. Raimundo Pimentel devolve esperança a agricultores



Raimundo Pimentel no exercício do mandato como deputado estadual destinou várias emendas para construção, ampliação e limpeza de centenas de barreiros, açudes, barragens e perfuração de poços artesianos para praticamente toda zona rural do o município de Araripina. Ao longo de doze anos como parlamentar, foram centenas de comunidades beneficiadas com ações que transformaram para melhor a vida de muita gente.

Sítio Alto Sereno


A convite o ex-deputado esteve visitando algumas dessas comunidades nesse fim de semana e constatei algumas dessas ações, e principalmente o olhar agradecido dos agricultores que com a chegada das chuvas vi com muita satisfação o líquido precioso acumulado nas suas barragens devolvendo esperança e vida nova para todos.

Sítio Inhame
Das centenas de barragens, açudes e barreiros espalhados por toda zona rural de Araripina construído por Dr. Raimundo no exercício do mandato, dezenas foram construídas na zona rural do distrito de Morais durante seus mandatos, três delas receberam a visita do ex-deputado esse fim de semana. Ladeado da comunidade e dos suplentes de vereador João doutor e Roseilton Oliveira, Sítio Sangradouro, Sítio Alto Sereno, e Sítio Inhame, são exemplos de que quando se usa a política como arte de fazer o bem verdadeiramente as coisas acontecem e o maior beneficiado é povo.   

Sítio Sangradouro
No compromisso de sempre fazer mais e melhor por Araripina o ex-deputado estadual Raimundo Pimentel estará destinando nos próximos dias ainda das suas emendas parlamentares que não foram executadas até o momento, mais recursos para beneficiar vinte e quatro famílias agricultoras da zona rural do distrito de Lagoa do Barro. Água é fonte de vida, um benefício tão sonhado passa a ser realidade chegando bem próximo dos nossos agricultores através da ação de Dr. Raimundo com construção, limpeza e ampliação de açudes, barreiros, barragens e perfuração de poços artesianos em todo o município.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

SIMA convoca toda a população de Araripina


Através de um vídeo postado nas redes sociais, o presidente do SIMA, Tiago Silva, convoca toda a população de Araripina a participar de uma carreata nesta terça-feira (19), com saída às 18:00 horas próximo à AEDA.

Confira no vídeo abaixo:

video

Sisu 2016: veja dicas de como fazer a inscrição no último dia do prazo


Sistema fecha às 23h59 desta quinta-feira (14).


Acaba às 23h59 desta quinta-feira (14) o prazo para inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2016. 

É preciso ter nota mínima?
Sim, a primeira exigência para acessar o sistema e consultar as 228 mil vagas disponíveis é não ter zerado a redação. Além disso, algumas instituições estabelecem uma nota mínima para candidatos às suas vagas.

Na Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, os candidatos ao curso de estatística devem ter tirado, no mínimo, 500 na redação, 600 em Matemática e suas Tecnologias, e 450 nas três outras áreas de conhecimento. Caso alguém que não tenha atingido essas notas tente se inscrever no portal do Sisu, o sistema avisará que não é possível concluir o processo.
"É preciso estudar os pesos (de cada área do conhecimento), conhecer os termos de adesão de cada universidade ao Sisu. No caso da USP, tem uma série de cursos que pedem 700 como nota mínima", comenta Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação.
Qual o prazo e como fazer a inscrição?
Até as 23h59 desta quinta-feira é possível fazer a inscrição e mudar as escolhas quantas vezes o estudante quiser. O candidato deve acessar o site do Sisu (http://sisu.mec.gov.br/) e preencher os campos com número de inscrição no Enem 2015 e senha. Em seguida, é possível visualizar as notas no exame – divididas pelos campos de conhecimento.

Para fazer a inscrição, após visualizar seu desempenho, o estudante deve realizar uma busca por curso, instituição de ensino ou cidade. Ele precisa indicar a primeira e a segunda opção de curso a que deseja concorrer.  
Minha nota no Enem será a mesma em todas universidade?
Não necessariamente. Cada universidade pode atribuir pesos diferentes às disciplinas, ou seja, o mesmo candidato pode ter uma nota mais alta em uma universidade e mais baixa em outra. Esse cálculo da nota no Sisu tem como base espécies de "bonificações" que o sistema aplicará automaticamente sobre a nota obtida no Enem 2015.

"Quem sabe usar a ferramenta do Sisu tem vantagens. Por exemplo, quem tem nota muito alta na redação e quer redação, sempre vai ser melhor tentar a UFRJ, que vai dar peso 3 na redação", explica Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação.
O que é a nota de corte que aparece em cada curso?
Ao buscar cursos no sistema, o estudante encontra a nota de corte já calculada. Ela foi baseada no desempenho do último candidato que seria aprovado, de acordo com o número de vagas. Por exemplo: em um curso que oferece 30 vagas, a nota de corte será a nota do 30º candidato com melhor desempenho, dentre os que se inscreveram nesta opção.

Essa nota de corte é dinâmica e varia de acordo com a procura pelos cursos. Ela foi atualizada pelo Ministério da Educação a partir das 9 horas, nos dias 12, 13 e 14 de janeiro. A cada dia, o sistema considera os dados da véspera para fazer o cálculo.

Caso, de quarta-feira para quinta-feira, candidatos com notas mais altas se inscrevam para fazer medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, provavelmente a nota de corte subirá. Isso porque o número de vagas será preenchido por pessoas que tiveram desempenho melhor.

O MEC reforça que as notas de corte são apenas uma referência para auxiliar o estudante no processo de escolha de cursos. Mesmo estando acima da nota mínima divulgada na manhã do dia 14 de janeiro, pode ocorrer que o candidato não seja aprovado. O sistema é dinâmico e pode receber novas inscrições ao longo do dia 14.
Como escolher a primeira e a segunda opção de curso?
O diretor acadêmico do Colégio e Vestibular de A a Z (RJ), Bruno Rabin,  ressalta que, na primeira opção, o candidato deve colocar o que prefere cursar, mesmo que imagine que só terá chance de conquistar a vaga na reclassificação. "Já na segunda opção, ele deve colocar não o que prefere, mas o que aceitaria estudar”, afirma.

Isso porque, caso o candidato seja aprovado tanto na primeira quanto na segunda opção, ele não poderá fazer a escolha: só terá como se matricular naquele curso que foi indicado em primeiro lugar. Por isso, é importante realmente colocar em primeiro o que for mais desejado.

Caso a pessoa só seja aprovada na segunda opção, ela pode continuar concorrendo por uma vaga no curso indicado como prioritário.
Se o candidato não for aprovado em nenhuma das duas opções, ele só poderá concorrer a vagas na reclassificação relativas ao primeiro curso indicado. “A segunda opção é um tiro só. Vale somente na convocação do Sisu e deixa de ser considerada nas listas de reclassificação divulgadas pelas universidades posteriormente”, esclarece Rabin.

De acordo com o diretor, tanto na primeira quanto na segunda opção, o candidato deve tentar fazer uma escolha consciente e apontar cursos em que realmente tenha chance de ser aprovado. Uma forma de se guiar nesse momento é examinar as notas de corte parciais divulgadas no Sisu. Caso sejam muito distantes daquela alcançada pelo estudante, a chance de ser convocado diminui – ou seja, não compensa “gastar” sua inscrição em algo que parece tão distante.

Como usar a 'classificação parcial'?
Após escolher o curso, o sistema exibe a chamada “classificação parcial”. Ela funciona como uma referência que auxilia o candidato a entender se tem ou não chances de ser aprovado. Ele pode estar, por exemplo, em 38º em um curso de 30 vagas. Ou seja: 8 pessoas precisam mudar suas escolhas para que ele consiga a vaga na primeira chamada (ou que oito não se matriculem e ele tenha manifestado interesse na lista de espera).

Preciso 'investigar' o histórico da faculdade e curso que tenho interesse?
Sim, pois conhecendo bem a faculdade e o curso você pode saber o peso que cada lugar dá às diferentes notas do Enem e também o perfil das reclassificações para elaborar estratégias para sua "classificação parcial".  Algumas universidades, sobretudo localizadas em cidades menores ou regiões mais distantes do Sudeste podem ter menor índice de classificados que confirmam matrícula na primeira chamada.
Uma dica é pesquisar quantos candidatos foram chamados após a primeira lista do Sisu.“O problema é que nem todas as  universidades divulgam com clareza as reclassificações de anos anteriores. Em alguns casos, o estudante não consegue descobrir essa informação. O ideal, nessa hora, é conversar com amigos que estudem na faculdade pretendida, para tentar se informar sobre número de pessoas que são chamadas após a primeira lista”, recomenda Bruno Rabin.
Há chances de a nota de corte diminuir?
De acordo com Mateus Prado, especialista em políticas públicas de educação, "todas as notas de corte vão aumentar" entre a terceira e última parcial e as notas consolidadas da primeira chamada.
Ela faz a ressalva que esse aumento será maior em valores "absolutos" nos cursos com notas na faixa de 500 e 600 pontos. Cursos como medicina devem ter aumentos menores. O especialista diz ainda que este último dia de inscrições deve ser de muita migração e cursos de licenciatura devem ver as notas de corte subir após candidatos com boas notas verem exigências muito altas em suas primeiras opções de curso.
Prado lembrou ainda que o candidato deve sempre considerar que a nota da corte deve ser diferente da nota do último candidato inscrito nas reclassificações que serão divulgadas pelas faculdades.

Quando saberei que fui aprovado?
O Sisu divulgará a única lista de aprovados no dia 18 de janeiro. As matrículas serão feitas em 22, 25 e 26 de janeiro.
Como funcionam as listas de espera?
Caso estudantes convocados na lista do Sisu não façam a matrícula ou desistam posteriormente dela, podem abrir novas vagas no curso. Elas serão disputadas pelos candidatos que indicaram aquele curso como primeira opção no sistema.
Para concorrer a uma dessas vagas, o estudante deve manifestar interesse em participar do processo seletivo. Entre os dias 18 e 29 de janeiro, precisam entrar no portal do Sisu para formalizar o pedido.

As listas de reclassificação serão divulgadas pelas próprias universidades, a partir de 4 de fevereiro – não mais pelo portal. Cabe a cada candidato ficar atento ao calendário da faculdade pretendida.

“Muitos acreditam que automaticamente estão concorrendo às vagas da reclassificação. Mas é necessário manifestar interesse, caso contrário, não conseguirão disputar a vaga”, explica o diretor.
Terei nova chance no segundo semestre?
Haverá uma segunda edição do Sisu ainda em 2016, que tomará como base as mesmas notas do Enem 2015. Todos os que fizeram o exame e não zeraram a redação podem participar novamente do processo, mesmo que já estejam matriculados em alguma universidade.

É importante verificar nos editais dos cursos se haverá oferta de vagas para o segundo semestre. Alguns são anuais e só abrem processos seletivos uma vez ao ano.

Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
De acordo com a Lei nº 12.711/2012, todas as universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica participantes do Sisu terão vagas reservadas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. O candidato deve optar, na inscrição, se deseja participar das vagas reservadas pela Lei de Cotas ou se concorrerá pelas demais.

Desta parcela de vagas reservadas a quem estudou em escola pública, metade é destinada àqueles com renda familiar bruta mensal por pessoa de até um salário mínimo e meio. Também há critérios de cor ou raça – para pretos, pardos e índigenas, de acordo com a parcela que representam na população na unidade da Federação onde a faculdade se encontra. O dado pode ser consultado no último Censo divulgado.

Algumas universidades podem, além das cotas, adotar um bônus como forma de ação afirmativa. Nesse caso, o estudante entra no grupo de ampla concorrência e sua nota recebe a bonificação estipulada pela instituição de ensino.

É essencial que o candidato que disputará vagas de cotas tenha a documentação que comprove o seu direito. Caso seja convocado e não mostre os papéis requisitados pela universidade, perderá a vaga.
O que fazer em caso de problemas técnicos?
Se o candidato tiver dificuldades para fazer a inscrição, deve ligar para o 0800-616161. É comum que o problema esteja no computador usado pelo estudante. Vale a pena tentar em outras máquinas ou mudar o navegador do computador.

É recomendado não deixar para fazer a inscrição em cima da hora: problemas técnicos podem acontecer no site do Sisu e o candidato passará a correr o risco de perder a oportunidade de concorrer.